Pete Davidson oscila entre altos e baixos em Turbo Fonzarelli

Turbo Fonzarelli é o segundo especial de stand-up concebido por Pete Davidson para a Netflix. Inclusive, já comentamos aqui sobre o antecessor Alive From New York.

Após completar 30 anos, o comediante começa discorrendo brevemente sobre as mudanças que sua vida totalmente desregrada necessita.

A introdução encaminha para o primeiro segmento, abordando justamente as crises propiciadas pela idade, porém, se referindo ao que sua mãe vem passando, naquilo que vê de fora como filho.

No ponto, apesar de precoce, está claro que não há tempo para meias palavras. Pete faz questão de articular a piada pesada, o palavrão, o pensamento duvidoso que poderia ser somente sugestionado. O show definitivamente não é para moralistas!

Como de costume, o sarcasmo é a principal arma para os punches, assim como sexo e drogas são os temas mais frequentes, por vezes repetitivos.

Logo na sequência, uma quebra completa no tema, embarcando no puro humor ácido ao mencionar sua colaboração com a Make-A-Wish. História rápida, quase um respiro antes da barriga do show, por assim dizer.

Me refiro à experiência com a stalker. O trecho em questão conta com algumas boas piadas, mas parece excessivamente longo.n

Independente da minutagem, admito que não reparei no quanto perdura, o sentimento é de que falta dinamismo, alguns bons cortes para enxugar precisamente essa parte do texto. Concluímos então que boas sacadas são espalhadas em uma execução minguada.

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