A vida moderna de Wellington – “It” e os 23 anos de pavor

nA vida moderna de Wellington - It e os 23 anos de pavor

nnMeu nome é Wellington e hoje falaremos sobre palhaços assassinos que na verdade não são. Pois é, confuso, porém faz sentido em minha mente!n
n
nPara começar e contextualizar, deixarei dois momentos onde enfrentei bravamente esses seres que insistem em participar da minha agitada vida, mesmo sem qualquer convite. Logo na sequência, partiremos para o cerne da questão, onde o pavoroso filme citado no título da postagem entra na minha casa, entra na minha vida.n
n
n

E o palhaço o que é?

nAquele que deveria ser apenas mais um dia normal no colégio, acabou se transformando em um filme de terror no exato momento em que dois palhaços foram divulgar seu espetáculo.n
n
nQuando os mesmos adentraram no ambiente, todos os alunos já olharam para esse que vos escreve, como se eu já não estivesse nervoso o suficiente.n
n
nPassei o tempo todo olhando para o chão e tentando me distrair (falhando miseravelmente), e no momento em que pensei ter escapado ileso, quando a dupla sinistra decidiu ir embora, um deles para na minha frente, se abaixa e fala: “E o palhaço o que é? Cué cué!”, acompanhado de um leve toque em meu nariz, capaz de congelar instantaneamente. n
n
n

Festa em casa? Não vou!

nFizeram uma festa em minha humilde residência e resolveram simplesmente contratar um Bozo paraguaio para “animar” o recinto. Qual o resultado? Tive que sair de casa para não precisar participar do evento.n
n
nO nível do meu cagaço foi exemplificado com sucesso, correto? Vamos em frente…n
n
n

A fatídica hora

nDia 08 de outubro de 2017, data onde por livre e espontânea pressão de alguns amigos, enfrentei o maior dos meus medos e fui assistir o remake de It – A Coisa, ignorando todas as experiências por mim vividas (em parte citadas acima) com essas criaturas horrendas.n
n
nSabem de uma coisa? Não foi nem um terço do que eu pensava e não há clímax nessa história! Cheguei me borrando de medo, com meu bom e velho amigo “Carrinho do Paraguai”, comentando sobre a possibilidade de pessoas fantasiadas surgirem, e saí com alguns sustos bobos. E não, isso não significa que perdi meu maior e inigualável medo, apenas não reconheci o ser do filme como um daqueles que tanto me amedrontam. Parecia um gênero diferente de monstro.n
n
nNovamente, parece confuso, mas faz sentido em minha mente (rimando como um cordel)!n
n
nVou ficando por aqui. Estarei de volta na próxima vez em que precisar dormir com os olhos abertos.

Twitter
Telegram
WhatsApp

Posts relacionados...