
Estivemos na BGS, a maior feira de jogos da América Latina, realizada entre os dias 9 e 12 de outubro.
Como imprensa, claro que produzimos material sobre, mas vale mencionar que o foco do artigo está na experiência, afinal, não faltam páginas especializadas para realmente destrinchar o evento. Sequer temos cacife gamer para mergulhar nas tecnicidades!
Devidamente introduzido, vamos ao que interessa:
Começando pela ação (ou seriam os destaques?)
Puro suco da nostalgia, a área arcade da TopGame incluía fliperamas (KOF for the win), air hockey, pinball e simuladores variados, como basquete, corrida e dança. Mesmo com dezenas de máquinas alocadas no pátio, certos momentos estavam praticamente todas ocupadas, ou seja, fez um baita sucesso!

Brawl Stars investiu em sua própria arena e pequenos estandes ao redor, oferecendo brincadeiras distintas, desde cobrar faltas até fazer cosplay de Gambit lançando cartas, que resultavam em brindes.
Falando nisso, os garimpeiros fizeram a festa no evento! Boa parte das ativações que ofereciam algum regalo eram no esquema participou, ganhou, mas também haviam disputas para aqueles que preferem certa emoção.
No espaço do PUBG, por exemplo, visitantes eram divididos em trios para duelos de tiro ao alvo, onde quem somava mais pontos garantia o prêmio da rodada. Rapaz de sorte que sou, tenho duas arminhas exatamente iguais a que foi utilizada lá, então ~pisei de pé~ o meu grupo!
Mesmo levemente desnorteados em meio à inúmeras atrações, claro que reservamos um momento para testar os jogos disponíveis, entre eles: Mario Kart World, Street Fighter 6 Years 1-2 Fighters Edition, Donkey Kong Bananza, Resident Evil Survival Unit, Baki Hanma: Blood Arena e Dunk City Dynasty.

Caso não seja perceptível na lista acima, passamos um tempo considerável no estande tamanho família da Nintendo, jogando o que havia para Switch 2.
Aquela passada de olho…
Pouco vimos na Arena Monster Energy e no BGS Talks, somente a cerimônia que marca o início da feira e um painel com Naoki Hamaguchi, codiretor de Final Fantasy VII Remake e diretor de Final Fantasy VII Rebirth.

Alguns estandes também contavam com seus próprios palcos, como a TCL, organizando partidas de Counter-Strike e Mortal Kombat com influenciadores, além de sessões de meet & greets, e a Samsung, que entre outras atrações recebeu o time da Loud para um desafio de League of Legends.
Grandes proporções
É evidente que a Brasil Game Show atinge o público hardcore, trazendo anúncios do mercado, palestras, competições, oportunidade de testar jogos e consoles, fora as figuras ilustres (Hideo Kojima, meus amigos!). Todavia, a galerinha mais casual também se depara com entretenimento de sobra, através do já mencionado espaço arcade, jogos clássicos, brincadeiras e ativações.

Credenciados, tivemos acesso inclusive na quinta-feira, sem dúvidas o dia mais tranquilo em termos de público (exclusivo para certos grupos). Já é lotadíssimo na meiuca, mas dá para caminhar tranquilamente nos corredores ao redor!
Além de trabalhar, obviamente, conseguimos aproveitar um pouquinho de cada espaço que chamava atenção. Rolou até networking na área business e um “descansar que o homem não é de ferro” na sala de imprensa.
Fotos: Brasil Game Show – Flickr





























