
Esqueça o cotidiano apresentado em The Big Bang Theory, precisamos curtir a loucura!
Mesmo que embebida na ficção científica e ambientada naquela Pasadena que conhecemos outrora, Stuart Não Consegue Salvar o Universo é uma comédia nonsense, portanto, suas escolhas são inerentes ao gênero.
Universos alternativos, personagens que morrem e voltam, sociedades distópicas… o formato não só permite como favorece tudo isso!
O mesmo vale em termos de produção, onde cenários e efeitos funcionam bem, ainda que estejam a anos luz das grandes produções, assim como o ritmo acelerado que sequer permite qualquer aprofundamento.
Diferente de Jovem Sheldon ou Georgie e Mandy: Seu Primeiro Casamento, que pavimentaram o caminho, temos aqui os atores originais em cena, rostos que trazem referência e lembranças, carregando as rugas acumuladas com o passar dos anos.
E digo mais: a essência dos personagens definitivamente está lá, pois Stuart e companhia (vamos deixar assim para evitar spoilers) retornam como se não houvesse um gap de 7 longos anos!
Seguindo no âmbito da nostalgia e familiaridade, revisitamos a icônica loja de quadrinhos que, no auge da decadência, continua sendo aquela onde rolaram tantas discussões esdrúxulas. Além disso, para quem prefere assistir em português, vale mencionar que os dubladores são os mesmos de TBBT.

É difícil sair da posição de fã para julgar, então vou fugir pela tangente sobre a série funcionar ou não separadamente. O que posso afirmar, sem sombra de dúvida: nunca, absolutamente nunca será tão divertido para um recém-chegado quanto aqueles que acompanharam as aventuras de Sheldon Cooper e sua turma!
Concluindo, um episódio curto, na casa dos 20 minutos, e de tanto entreter parece passar ainda mais rápido. Com uma baita surpresa na meiuca, acaba por ampliar a expectativa dos fãs.



























