
Deem ouvidos a alguém que não sai de casa para assistir um possível indicado ao Oscar, mas sempre está pronto para um bom “terrir”, apesar de achar esse termo fuleiro!
Casamento Sangrento: A Viúva levou a sério o conceito de sequência, retomando a história exatamente do ponto em que o primeiro filme termina.
Além disso, seguiu tintim por tintim da receita, então por mais que o intuito claramente seja aumentar as proporções, introduzindo outras famílias enquanto elabora o conceito daquela seita, fica no lugar-comum, sem surpresas.
Vejo isso como um problema? Definitivamente não, pois a fórmula funcionou antes e replicar parece ótimo, principalmente com o plus de expandir o universo!
Ainda que a única diferença capaz de mudar a dinâmica seja a adição da player 2, vulgo irmã abandonada, jogar safe adicionando uma coisa ou outra é bem melhor do que inventar moda, principalmente quando a obra já entretém no que se propõe: terror, humor ácido e cenas sanguinolentas.
Virando a página da nossa crítica, somos agraciados com bons personagens, desde “O Advogado”, como um trunfo para explicar os detalhes, até peças caricatas, porém divertidas.

A final girl, aprovada desde o primeiro filme, e sua nova companheira de aventuras também funcionam bem, trazendo algumas desavenças e o crescente sentimento de parceria.
De negativo, talvez uma conclusão óbvia e facilitada, mas como meu nome é bater e o sobrenome soprar, conseguiram instaurar um clima gótico daorinha, fechando no tom que a trama pedia com o exagerado combo de explosões!



























